O tráfego pago para médicos é dos que mais convertem — quem procura “cardiologista em [cidade]” ou “ginecologista que atende [convênio]” está com uma necessidade concreta e pronto para marcar. Só que saúde tem regras que loja não tem, e ignorá-las coloca o seu registro em risco, não só a verba.
O que o CFM permite e o que proíbe no anúncio
As normas de publicidade médica restringem divulgar preço e promoção, prometer ou garantir resultado, usar imagens sensacionalistas e antes e depois. Isso não impede o anúncio — impede o anúncio amador. Uma campanha bem feita comunica especialidade, formação, estrutura e convênios, e converte muito bem sem tocar em nenhuma dessas linhas. Fazer certo protege o seu registro e ainda passa mais confiança que o concorrente que promete milagre.
O número que importa é paciente na cadeira
Curtida e alcance não pagam a conta do consultório. A medição certa é o custo por paciente: quanto de anúncio para trazer uma consulta marcada, comparado ao que aquele paciente rende ao longo do acompanhamento. Como o valor de um paciente costuma ser alto, o tráfego para médico se paga com folga mesmo com o clique de saúde sendo mais caro que a média.
Cuidamos das campanhas dentro das regras do conselho e medimos agendamento de verdade — não clique. O texto dos anúncios passa pela sua aprovação antes de ir ao ar.